A utopia que a história vem cobrar do PT e do PSDB

Apesar de terem sido formados com filosofias diferentes, uma vez no poder o PSDB e o PT se mostraram iguais: 1) usaram de caixa 2 para financiar suas campanhas, apesar de a Justiça e a imprensa investigarem com exclusividade irrestrita o PT; 2) foram forçados a abrir concessões a partidos gestados pelo Ato Institucional Número 2 (AI-2), na criação do sistema bipartidário com o qual os militares fizeram dos políticos marionetes; 3) cederam a pressões fisiológicas e, muitas vezes, usaram da corrupção nos casos como o projeto de reeleição de Fernando Henrique Cardoso, os trens do tucanato paulista ou os projetos que estavam em pauta no Congresso durante o governo de Lula, a pilhagem em Furnas e na Petrobras.

A guerra ao vício vale uma vida?

Proibir o consumo de drogas é estimular o tráfico, cuja renda financia a compra de armas e o financiamento ilegal de muitas campanhas eleitorais. Não é possível imaginar que pessoas estão morrendo e que mais e mais recursos estão sendo destinados à repressão para elevar ainda mais a tensão em áreas extremamente pobres do país, as que mais sofrem. Não é possível que apenas crianças com doenças raras sejam beneficiadas pela livre utilização de substâncias derivadas da maconha, por exemplo, em seus tratamentos, enquanto que a guerra às drogas ou a guerra entre facções do tráfico exterminam a juventude de uma forma muito, mas muito mais avassaladora que a própria droga.

Após os protestos, reze a “Missa dos Quilombos”

missa_dos_quilombos

O seu protesto foi no dia 13 ou 15 de março? Em ambos os protestos a tônica majoritária foi o de gritar contra a corrupção, obviamente excluindo desse ponto principal as vozes de minorias – cada vez maiores – que defendem a volta da Ditadura de Direita no Brasil (1964-1985), seja porque quer uma intervenção militar por não aceitar a decisão da maioria que elegeu Dilma Rousseff, seja porque desconhecem o poder transformador de educadores como Paulo Freire e de músicos como Chico Buarque.

Que o palco seja para todos!

Anfiteatro Heitor Penteado

O cheiro era inconfundível: cheiro de palco, de madeira das cadeiras, do piano no centro do palco, das cortinas gigantes nas laterais, do taco novinho que até brilhava de limpeza. Eu me sentia pequeno na imensidão daquela sala, aquele teto alto, o palco parecia alto também. Aquele lugar silencioso, onde entrávamos às escondidas, era realmente um lugar sagrado. Era assim que eu vi o anfiteatro da minha escola, o Heitor Penteado, sem as cerimônias do Dr. Dos sete aos 14 anos, estudei naquela escola, em Americana. E além dos amigos, as atividades no teatro não me saem da cabeça. Era a virada da Ditadura para a Democracia, ainda do tempo em que o diretor regia a criançada com o dom do puxão de orelhas.

Segredos do “Cu do mundo”

Quem é aquele que não guarda nenhum segredo sequer? Quem é aquele que prefere não ser lembrado de uma determinada dor, ou de uma exultante noite de amor? Todos nós temos direito ao silêncio, ao resguardo da nossa intimidade, da nossa privacidade. Por isso, entendo prefeitamente a polêmica das biografias entre os artistas. Ao mesmo tempo, entendo o interesse dos jornalistas, que buscam enriquecer a história que estão contando, revelando fatos e grandes detalhes. Alguns detalhes de 25 centímetros, o suposto tamanho do pau de Garrincha, na biografia “Estrela Solitária”, de Ruy Castro.

Titãs abre brecha na indústria cultural no BBB

Titãs

É como em um terremoto. As camadas mais baixas se movem, entram em atrito com as de cima e o solo se mexe, abram-se fissuras. A indústria cultural sofreu na noite deste sábado (23/02) um terremoto com a apresentação da banda Titãs no Big Brother Brasil, na Rede Globo. A banda mostrou o quão atual é o seu disco “Cabeça de Dinossauro”, lançado em 1986, fazendo reviver o seu temível rock numa metalinguagem da cultura da fama.

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