Matéria Rima vence prêmios do Itaú Unicef 2015

Matéria Rima Itaú Unicef

Depois de ter sido incluído entre os 32 vencedores regionais da edição 2015 do prêmio Itaú Unicef, o Matéria Rima, que explora a Cultura Hip Hop como estratégia de aprendizagem, foi um dos ganhadores nacionais da 11ª edição da premiação. O resultado foi anunciado em 26 de novembro, no Auditório do Ibirapuera, em São Paulo. Este ano o prêmio Itaú Unicef recebeu 1947 inscrições. O Matéria Rima surgiu em 2002, em Diadema, um dos berços do hip hop da região do ABC Paulista. Atualmente o projeto atende mais de 900 crianças da rede municipal de ensino da cidade. De 10 a 12 anos, 64 delas estão na escola Sagrado Coração de Jesus, que dividiu com o Matéria Rima o prêmio de 250 mil reais (R$ 50 mil foram ganhos na premiação regional e R$ 200 mil na premiação nacional).

entresons completa três anos com total de 24,2 mil visitantes

Roger e Carlinhos InrolandoStones

O blog entresons completa três anos com muitas histórias. Ele foi lançado no dia 22 de novembro de 2012, após eu ter sido demitido da Agência Estado, agência de notícias do jornal O Estado de S.Paulo, onde em 2009 peguei gosto em conversar com músicos não só para escrever reportagens, mas aprender ouvindo suas músicas, seus sonhos e buscando praticar música. Inicialmente, o projeto previa a divulgação de bandas só de música instrumental. Mas, com o tempo, o site incluiu também cantores e textos sobre literatura, teatro e artes plásticas. Desde a sua criação até o dia 25 de novembro de 2015, o blog recebeu um total de 24.206 visitantes, de acordo com o sistema de métricas do Google Analytics. Nesse período foram acessadas 33.092 sessões. Do total de sessões visitadas, 90,44% dos acessos foram feitos a partir de computadores, tablets e celulares no Brasil; outros 3,35% dos acessos foram feitos a partir de equipamentos localizados nos Estados Unidos, Portugal (0,77%) e Itália (0,33%).

Palindrum revela o som oculto de mitologias

PALINDRUM (2)

O músico, compositor e educador alemão naturalizado brasileiro Hans-Joachin Koellreutter dizia a seus alunos em português, com o sotaque carregado, que a música não descreve nada. Quem lembra agora dessa frase é um de seus alunos, o compositor Dyonisio Moreno, ao comentar sobre suas composições para o grupo Palindrum, que lançou seu primeiro CD em setembro de 2015. Além de utilizar em suas músicas um instrumento exótico chamado hang drum, mas parecido com um disco voador, as composições de Moreno parecem revelar segredos ocultos e misteriosos de antigas sociedades, que alcançam altos níveis de deslumbramento. “Koellreutter tem razão, tudo é uma associação cultural. A música pode parecer soar como uma cachoeira, mas na sua cultura. Talvez para os hindus não pareça mesma coisa. Embora seja muito interessante quando uma música desperta sentimentos parecidos entre pessoas diferentes.”

Papete lança livro no fim de novembro, mas adia apresentação de novo CD

Papete com o livro 'Os Senhores Cantadores Amos e Poetas do Bumba Meu Boi do Maranhão'

O músico e pesquisador José de Ribamar Viana, o Papete, desistiu de lançar em São Paulo, ao mesmo tempo, o seu novo CD “Sr. José” e o livro “Os Senhores Cantadores, Amos e Poetas do Bumba Meu Boi do Maranhão”. Ele optou por lançar primeiro o livro para, em 2016, fazer o lançamento do CD. O resultado da sua pesquisa de cinco anos será apresentado em São Paulo no dias 27 e 30 de novembro, no Instituto de Estudos Brasileiros da USP e na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, respectivamente. O livro tem 136 páginas, textos em português e inglês, centenas de fotos de Márcio Vasconcelos, quatro DVDs com a íntegra das entrevistas com os cantadores e um CD de áudio com 60 registros musicais. O preço de venda é de R$ 200,00. Nos dias 6 e 7 de agosto, o entresons realizou entrevistas com o músico, que resultaram em duas matérias.

Músico e sapateiro Luiz Marzochi recebe homenagem em Americana

Luiz Marzochi

A Câmara Municipal de Americana fez na quinta-feira, dia 29 de outubro de 2015, uma homenagem ao trombonista e sapateiro Luiz Marzochi, que morreu há 23 anos quando teve um mal súbito quando estava a caminho de uma apresentação da Banda Municipal Monsenhor Nazareno Maggi, poucos dias antes de seu aniversário, quando completaria 71 anos. A pedido dos filhos do músico, os vereadores denominaram uma rua no Jardim Boer II com o nome de Luiz Marzochi. “Luiz Marzochi, ou ‘Seu Luiz’, como era conhecido, fazia parte de segunda geração de imigrantes italianos que fugiram da miséria e da fome que assolava a Itália. Sua história é igual à história de outros tantos imigrantes italianos que vieram desbravar essa terra”, escreveram os filhos José Carlos Marzochi e Maria Angelina Marzochi no requerimento enviado à Câmara.

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