“A improvisação é um caminho sem volta”

Lupa Santiago em foto de Murilo Moser

O guitarrista Lupa Santiago lançou em 2015 nada menos do que quatro CDs com as mais diversas formações e com músicos de vários países, com apresentações em Portugal, África do Sul e Dinamarca. E, no próximo ano, espera lançar mais dois discos e fazer uma turnê pelo Sul e Sudeste do Brasil e realizar mais shows na Europa. Entre os quatro discos já lançado neste ano, pude ouvir “Chamado”, com participação do saxofonista Rodrigo Ursaia em um quinteto no qual está o pianista André Marques; “Manhã”, no qual o guitarrista faz um duo com o pianista Paulo Braga; e “São Paulo/Paris II”.

Último “meditashow” do ano refletirá sobre como semear um novo ciclo

Tambor e Rosa Foto de Fernando Almeida

O grupo Meditação com Tambores realizará na sexta-feira, 11/12, às 20h30, o último “meditashow” de 2015. O evento, que ocorrerá na Casa Jaya, em Pinheiros, terá como tema principal a celebração do ano que está terminando e uma reflexão sobre como semear um novo ciclo, que se iniciará em janeiro. Criado há dois anos, o grupo é formado pela meditadora Monica Jurado, a psicanalista Patrícia Alcântara e a cantadeira de histórias Cristiane Velasco, que encontraram no som dos tambores um importante veículo para estimular a meditação e o autoconhecimento. Participarão do evento a musicista Mariana Pilatos Corado (violino e rabeca) e Roger Marzochi (sax). O grupo também convida os participantes a levarem seus tambores.

Comédia “Sacra Folia” prova que Deus é brasileiro

João Teité

Dirigidos pela atriz e professora Adriana Costa e com direção musical de Renato Souza, os alunos do PA2 A do Teatro Escola Macunaíma apresentam desde sexta-feira a comédia “Sacra Folia”, de Luís Fernando de Abreu, na primeira montagem do grupo, formado por 15 alunos. Hoje, domingo, 06 de dezembro, será a última apresentação, com duas encenações às 19h e 21h, no Teatro 4, na sede da escola, na Rua Adolfo Gordo, 238, em São Paulo, com ingressos a R$ 18. Não recomendado para menores de dez anos. A peça, que tem música ao vivo com alfaia, violão, triângulo, pandeiro e ganzá, começa com um cortejo fora do teatro, acompanhando a entrada dos espectadores.

Músico integra Expedição Rio Doce Vivo  

Zeolina

O contrabaixista e compositor Vinícius Pereira sempre esteve ligado a importantes movimentos culturais, tendo liderado o Movimento Elefantes, que busca formar público para a música instrumental e atuando como músico de bandas que fazem desde uma homenagem ao maestro Moacir Santos, passando pelo tango até a música oriental. Compositor de “Gotita”, uma das músicas mais expressivas e mais bonitas da atual cena da música instrumental brasileira, segundo avaliação do próprio blog entresons, Pereira será uma das sete pessoas, entre outros artistas, educadores e engenheiros, que percorrerão quatro cidades entre Minas Gerais e o Espírito Santo de 13 a 20 novembro, levando informações sobre coleta e tratamento da água da chuva para suprir as comunidades de meios para superar a crise provada pela tragédia do rompimento da barragem de rejeitos da mineradora Samarco.

Choro nas “brechas” da indústria cultural

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Apesar de não tocar no rádio, nem ser exibido na TV, o choro está mais vivo do que nunca. Um festival que já está em sua 12ª edição prova que agora é a hora do choro, como afirma Fátima Camargo, diretora do projeto Contribuinte da Cultura, responsável pelo festival internacional Chorando Sem Parar, realizado em São Carlos. Neste ano, são mais de cem artistas participantes, muitos dos quais, fazem uma homenagem a Heitor Villa-Lobos.

Mulheres Espíndola

MULHERES_ESPINDOLA_por_Carina_Barros (2)

É no cabelo de mulheres que os segredos se fazem. Os fios entrelaçam sua história, estendem-se de sua raíz à sua prole. “Pelos Cabelos” percorre a vida pelos fios, a visão de cinco mulheres unidas, emaranhadas, amarradas em um só arrepio. “Pelos Cabelos” é um encontro especial entre as cantoras e compositoras Tetê Espíndola e Alzira E ao lado de Iara Rennó, Luz Marina – filhas de Alzira – com projeções e direção de Patrícia Black – cineasta, filha de Tetê. O encontro inédito entre mães e filhas promete o frescor da novidade e o contar de uma história vivida no seio desta grande família de artistas.

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