Orquestra mexicana se apresenta em cinco Estados brasileiros

Lanfranco Marcelletti

A Orquestra Sinfônica de Xalapa (OSX), capital do estado de Veracruz, o segundo maior do México, apresenta-se pela primeira vez ao Brasil, em concertos em cinco Estados apresentando o trabalho de quatro compositores consagrados: o brasileiro Marlos Nobre, o mexicano Silvestre Revueltas, o francês Claude Debussy e o alemão Richard Strauss. Com um regente pernambucano à frente, o grupo de 94 músicos e mais 12 pessoas da organização desembarcam no próximo dia 5 de outubro em Recife para uma série de apresentações que incluem também João Pessoa, Natal, Rio de Janeiro e São Paulo em seu roteiro de 11 dias de Brasil.

O som dos cabarés do Oriente

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Mulheres, bebidas e fumaças. Para completar a tridimensionalidade do ambiente, a Orkestra Bandida está lançando o seu primeiro CD, que traz na capa um cão vira-lata. Utilizando instrumentos da cultura cigana oriental, os seis integrantes da banda fazem soar as músicas que animavam os cabarés, tabernas e festas do Egito, Grécia, Macedônia, entre outros países da Europa Oriental e do Oriente Médio. O grupo foi criado há quatro anos dentro da Fundação Tarab, organização dedicada aos estudos da música oriental e dirigida pelo multi-instrumentista Mario Aphonso III, em São Paulo. O CD será lançado em show no sábado, dia 24 de setembro, no Centro Cultural Rio Verde, na noite “Caravana Cigana”. O evento terá a participação da banda Grand Bazaar, tendas ciganas com comida típica, leitura de tarot e discotecagem do DJ Luciano Sallun, membro do legendário grupo Pedra Branca.

O samba instrumental de Dirceu Leite

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Todo samba é uma forma de oração. Não poderia ser diferente com o multi-instrumentista gaúcho, radicado no Rio de Janeiro, Dirceu Leite, que vive dias agitados. Participou como jurado nas últimas três edições do Prêmio da Música Brasileira – inclusive dos 50 anos de carreira de Maria Bethania -, da gravação do songbook de Jorge Aragão, dona Ivone Lara, João Nogueira e de uma roda de samba que foi tema da abertura dos jogos Paralímpicos do Rio. O músico, que já tocou ou ainda toca com mestres como Ney Matogrosso, Chico Buarque, Zeca Pagodinho, Caetano Veloso, Maria Bethânia e Beth Carvalho, prepara agora a gravação de dois novos CDs, com expectativa de serem lançados em 2017. Está entre os seus projetos a gravação do “Cacique Instrumental 2″, cuja primeira versão completa neste ano dez anos.

Startup desenvolve plataforma para unir músicos a lojas online

Bruno Guez

A startup israelense Revelator captou na semana passada US$ 2,5 milhões para aprimorar uma plataforma que conecta músicos a lojas digitais e empresas de serviço de streaming de música como Spotify, Deezer e Apple Music. A rodada de investimento contou com a participação dos fundos Exigent Capital, Digital Currency Group e Reinvent. Bruno Guez, que já foi diretor de música do Cirque de Soleil, é o CEO da companhia, que ajudará artistas a licenciarem seus trabalhos no mundo digital, tirando da jogada editoras de música e distribuidores.

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