Refugiados promovem festa multicultural em SP  

Abraço Cultural

A festa “Aquele Abraço Cultural- 2ª edição” irá reunir refugiados, imigrantes de várias partes do mundo e brasileiros no sábado, dia 30 de julho, das 13h às 19h, na Praça Dom Orione, no bairro do Bixiga, em São Paulo. A celebração, aberta e gratuita terá atrações como música, dança, gastronomia, artes visuais, jogo, moda, artesanato, além de um debate sobre Refúgio e Diversidade Cultural, tatuagem síria de hena e caligrafia árabe. O evento celebra 1 ano do projeto Abraço Cultural www.abracocultural.com.br e será realizada em parceria com o Espaço 13.

Documentário sobre bailes que uniram a comunidade negra em Campinas será exibido no Largo do Rosário

josé antônio e érica Giesbrecht - Crédito Rafael Jorge

O documentário “Baile para matar saudades”, de Érica Giesbrecht, abre o baú da memória de cinco artistas negros de Campinas e resgata capítulos da história da cidade. O filme será exibido no Largo do Rosário, no próximo dia 14, quinta-feira, às 19h, com entrada gratuita. A história do documentário já foi tema de reportagem do entresons “Big Bands ajudaram a cultura afro em Campinas”. Para o projeto, a diretora conversou com os artistas Carlos Augusto Ribeiro, José Antônio, Rosária Antônia, Aluízio Jeremias e Leonice Sampaio, todos com idade entre 70 e 90 anos e engajados no movimento cultural negro da cidade, do qual participam com sua música, dança e oralidade. O documentário é resultado da pesquisa etnográfica, realizada junto ao Departamento de Antropologia da Universidade de São Paulo, com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e do Laboratório de Imagem, Som e Antropologia – USP (LISA).

Big Bands ajudaram a cultura afro em Campinas

Érica Giesbrecht Pesquisa Baile 3

O que Glenn Miller, líder de uma das mais famosas orquestras de jazz dos anos 1930 e 1940, tem em comum com o jongo e o samba de bumbo, expressões afro-brasileiras por meio das quais os escravos buscavam manter a dignidade e a memória de sua cultura e que estão vivas até hoje? O que a princípio parece não ter conexão alguma, a não ser pelo fato de serem expressões culturais que receberam influência da diáspora africana na América, torna-se revelador em uma pesquisa de pós-doutorado realizada pela antropóloga Érica Giesbrecht pela USP: bailes glamorosos organizados pela comunidade negra da cidade durante os Anos Dourados, com músicas como “In the Mood” e “Moonlight Serenade” tocadas por orquestras, contribuíram para o fortalecimento de expressões culturais afro-brasileiras na cidade.

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