Independente de luz no fim do túnel

Eduardo Kobra Tahiti Maio 2015

Estados Unidos, Moscou, Itália, Emirados Árabes, Taiti, Suécia, Polônia, Japão. Eduardo Kobra jamais imaginaria no fim da década de 1980 que os desenhos que pichava nos muros de São Paulo, que lhe renderam várias prisões, chegariam um dia tão longe. Com a evolução de sua técnica e o reconhecimento de sua arte, Kobra é hoje um cidadão do mundo. Mas, quando começou, era apenas um garoto pobre do bairro Campo Limpo visto como vândalo que emporcalhava a cidade. Após tantas realizações, ele revela que o seu maior sonho agora é se “aproximar mais de Deus” e valorizar as pessoas que sempre estiveram com ele em todas as suas fases: “quem pegou ônibus na periferia de SP, e sempre esteve comigo, merece estar comigo em todos os lugares onde cheguei”, diz Kobra. Essa busca por Deus se intensificou nos últimos dois anos.

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