Sem fronteiras

Mariano Telles Créditos - Patrick Rigon

Mariano Telles tem 29 anos, mora hoje em Porto Alegre e, ano passado, lançou “Ária Metropolitana”. Neste seu primeiro CD autoral, o violonista faz uma viagem musical misturando música erudita, a música popular brasileira e a música regional do Sul, deixando escapar, sem querer, influências de dois Gonzagas: Chiquinha e Luiz. Sobrevivendo hoje como professor de violão, Telles tem a expectativa de realizar ainda mais dois shows do seu trabalho na capital gaúcha até junho. Mas vem batalhando mesmo para conseguir espaço nos Estados de Minas Gerais e São Paulo. Em oito faixas, o violonista prova que tem capacidade para conquistar um público maior, especialmente à medida em que deixa a criatividade voar mais alto que a técnica. Em quatro música, há participações especialíssimas das cantoras líricas Clarisse Diefenthäler (mezzo soprano) e Cynthia Barcelos (soprano). “Tudo que faço está bem na zona de fronteira (entre o erudito e o popular). Eu tenho interesse em estar antenado na música moderna, música erudita e pop, mas tenho lado mais tradicional. Como cresci na zona rural, eu me descobri em Porto Alegre um bicho urbano”, diz ele, que viveu até a adolescência em Taquara, região metropolitana de Porto Alegre.

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