Escafandrista urbano

Escafandrista flauta

O mar inspirou diversos artistas, de Dorival Caymmi a Arnaldo Antunes, desde os desafios que impõe ao homem, suas culturas e crenças. E, em suas profundezas, o oceano continua alimentando toda uma geração de artistas. Não é à toa que Caio Cesar Mateus Ferreira ganhou o apelido de “Timoneiro” e hoje, aos 19 anos, desenha pelas paredes das ruas de São Paulo figuras de escafandristas que dançam, tocam e amam com a mesma plasticidade fluída da água. E além de artista plástico, Timoneiro também é poeta e compositor. Na noite do dia 22 de abril, o rapaz que nasceu em Limoeiro, Pernambuco, estava andando pela Avenida Paulista com seu ukelele e cantou duas composições suas, em companhia de um amigo que acabara de conhecer. Assim como em seus poemas e grafites, o jeito como canta suas letras e a sua voz, entrecortada pelos sons de carros e buzinas da cidade, é um tibum no oceano urbano.

Lícia Chaves abre a exposição “Reverberações” em São Paulo

Lícia exposição

Um punhado de terra, areia e cola. São esses materiais que a artista visual Lícia Chavez tem utilizado ultimamente, produzindo quadros que muitas vezes retratam artistas e músicos com os quais ela nutre uma grande admiração. Até o dia 30 de novembro, está em exposição a mostra “Reverberações”, com de 20 de seus trabalhos na Galeria Cultura Paulista, no Conjunto Nacional, em São Paulo.

Indústria de instrumentos musicais prevê alta de 12% no faturamento

Expomusic

A valorização do dólar em relação ao real levaram otimismo à indústria de instrumentos musicais no Brasil, que prevê alta de 12% no faturamento em 2013 em relação aos R$ 625 milhões obtidos no ano passado. As informações são da Associação Brasileira de Música (Abemúsica), que abriu na quarta-feira (18/09) a 30ª Feira Internacional de Música Expomusic, em São Paulo. A feira vai reunir em cinco dias 200 expositores com a expectativa de fechar R$ 250 milhões em negócios, que se confirmados, representariam um aumento de 14,5% em relação ao ano passado.

Uma nota, dois pastel

uma_nota_e_dois_pastel

Após anos de estudo e muita dedicação, o músico brasileiro ainda enfrenta dificuldades para conquistar o básico em seu trabalho: a alimentação. Não há uma lei que determine que o bar no qual o músico se apresenta ofereça um jantar. Isso depende da benevolência do dono do estabelecimento e, segundo Ribas Martins, músico e jornalista da Ordem dos Músicos do Brasil (OMB), essa deficiência é também reflexo da falta de um agente que represente os interesses dos músicos perante a casa de shows. Por isso, grande parte das casas de show oferece petiscos, apelidados no meio artístico como “cheese-músico” ou “x-músico” para se lambuzar na gíria.

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