Só a fé não move o canto

Saúde de cantores evangélicos 2 MTC

Com a proximidade do Natal e Fim de Ano, corais de igreja se apresentam em todos os cantos. A música, no entanto, não é um veículo de louvor apenas nessas festas. Todas as religiões têm na canção um componente essencial em sua liturgia. Entre os evangélicos, o uso da música é ainda mais intenso. Mas o canto dos evangélicos está ameaçado pela falta de técnica, com “elevado risco vocal” que pode prejudicar a saúde de cantores amadores que participam desses cultos. É o que mostram dois estudos coordenados pelo Departamento de Fonoaudiologia da Faculdade de Odontologia de Bauru da Universidade de São Paulo (USP) e Centro de Estudos da Voz (CEV).

Pecado capital?

Na busca de melhorar o ambiente de trabalho e ajudar na motivação de seus funcionários, empresas têm estimulado a fé dos empregados em alguma crença ou na prática de ações que alimentem a espiritualidade de uma forma mais ampla, independentemente da religião. O grande desafio dessas companhias é evitar que tais práticas criem constrangimentos a funcionários que não professam determinada crença ou não acreditem em certas práticas, pelo fato de abordarem questões pessoais que não estão ligadas diretamente ao ofício. Para especialistas, o melhor mesmo seria que as companhias evitassem que a fé permeasse o ambiente de trabalho, tanto para respeitar a pluralidade religiosa como para evitar processos na Justiça e a sensação que a prática religiosa na companhia possa beneficiar um grupo de funcionários na hora de promoções.

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