O samba instrumental de Dirceu Leite

dirceu-leite

Todo samba é uma forma de oração. Não poderia ser diferente com o multi-instrumentista gaúcho, radicado no Rio de Janeiro, Dirceu Leite, que vive dias agitados. Participou como jurado nas últimas três edições do Prêmio da Música Brasileira – inclusive dos 50 anos de carreira de Maria Bethania -, da gravação do songbook de Jorge Aragão, dona Ivone Lara, João Nogueira e de uma roda de samba que foi tema da abertura dos jogos Paralímpicos do Rio. O músico, que já tocou ou ainda toca com mestres como Ney Matogrosso, Chico Buarque, Zeca Pagodinho, Caetano Veloso, Maria Bethânia e Beth Carvalho, prepara agora a gravação de dois novos CDs, com expectativa de serem lançados em 2017. Está entre os seus projetos a gravação do “Cacique Instrumental 2″, cuja primeira versão completa neste ano dez anos.

Tia Cida dos Terreiros lança seu primeiro CD

Tia Cida

No dia 13 de dezembro, sexta-feira, às 21h30, o Selo Sesc realiza, na comedoria do Sesc Belenzinho, show de lançamento do primeiro CD de uma das grandes matriarcas vivas do samba da cidade de São Paulo, Tia Cida dos Terreiros. Residente do bairro de São Mateus, na Zona Leste de São Paulo, há 59 anos, foi em seu quintal que surgiram muitos dos sambas do movimento tradicional conhecido como “Berço do Samba de São Mateus”, que reúne compositores e intérpretes em uma roda de samba que dura mais de duas décadas. Graças a este movimento, São Mateus é hoje um reconhecido reduto de produção e difusão do samba paulistano.

Cozinha de Bebete se apresenta no Festival de Inverno de Amparo

iedacruz_03

A Cozinha de Bebete, um projeto de samba cujo repertório homenageia o partido-alto, o samba-rock, o samba enredo, os sambas baianos, os paulistas e os cariocas, vai se apresentar às 21h, no sábado (27/07), no Festival de Inverno de Amparo, que começou no dia 5 de julho. Os cantores, compositores e instrumentistas Ieda Cruz e Josimar Pereira idealizaram o grupo, formado por Ieda no violão, Josimar no cavaco e no violão, Cris Monteiro e Magrão na percussão, e Gláucio Santana no trombone. Salvo o trombonista, nessa roda de samba todos cantam, sendo Ieda Cruz a voz principal. No repertório: Originais do Samba, Martinho da Vila, Chocolate da Bahia, e também Paulinho da Viola, Clara Nunes, Adoniran Barbosa, Ataulfo Alves, João Bosco, Seu Jorge, Roberto Ribeiro, Doris Monteiro, Zeca Pagodinho e João Nogueira, além de sambas compostos por Ieda.

Felipe Doro leva a essência da roda de samba ao Sons do Brasil

Felipe Doro

Era madrugada. Felipe Doro acabara de chegar em casa, no Butantã, após a sua primeira visita ao Samba da Vela, em 2003, tradicional reduto do samba paulista que ocorre na Casa de Cultura de Santo Amaro. A característica do samba de terreiro e a energia do lugar o levaram a compor naquela madrugada o samba “Presença Marcante”, que mudou definitivamente a sua história na música brasileira. Hoje, aos 28 anos, o cantor e compositor já reune 213 sambas até a última vez que contou suas composições, em 2011. Felipe, que batalha para lançar seu primeiro CD em 2014, apresentará sambas de nomes como William Fialho, Chapinha, Ricardo Rabelo, Emerson Urso e Tiago Império e suas próprias composições no show “Nos Braços do Samba”, que será realizado amanhã (01/03) no Projeto Sons do Brasil, na livraria Painel Cultural, no Brooklin.

Social



Licença de uso

Licença Creative Commons
Os textos do Entresons são publicados com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-CompartilhaIgual 3.0 Não Adaptada.
Você pode reproduzir, retransmitir e distribuir o conteúdo, desde que com crédito (ao site e ao autor do texto), para uso não-comercial e com uma licença similar.

Próximos shows

Assinar: RSS iCal