Número de baleias-jubarte encalhadas no Brasil é o maior em seis anos

jubarte

O canto das baleias jubarte no Brasil tem sido de desespero. O ano de 2016 fechará como o segundo pior período para as jubartes no Brasil. Até início de dezembro, 76 baleias encalharam na costa brasileira, o pior resultado desde 2010, quando houve o recorde de 96 casos. No ano passado, ocorrem 45 encalhes. “O que está ocorrendo este ano parece ser similar ao que ocorreu em 2010, quando houve uma diminuição do krill na área de alimentação das jubartes próximo à ilha Georgia do Sul”, explica Milton Marcondes, vice-presidente e coordenador de pesquisa do Instituto Baleia Jubarte (IBJ).

À Deriva frita o cérebro em novo CD

A Deriva

Cérebro frito! Era esse o cheiro que exalava das cerca de 50 almas que presenciaram, na sexta-feira 29, o show de lançamento do sexto CD do quarto de jazz À Deriva, no espaço cultural Serralheria, em São Paulo. “O muro rever o rumo” é resultado da associação da banda com o grupo de teatro Les Commedies Tropicales, mais especificamente, reflexos sonoras da última encenação, “Guerra sem batalha ou Agora e por um tempo muito longo não haverá mais vencedores neste mundo apenas vencidos”. A peça é inspirada na obra “Mauser”, de Heiner Muller, assim como na biografia do dramaturgo alemão “Guerra sem batalha: uma vida entre duas ditaduras”.

Refugiados promovem festa multicultural em SP  

Abraço Cultural

A festa “Aquele Abraço Cultural- 2ª edição” irá reunir refugiados, imigrantes de várias partes do mundo e brasileiros no sábado, dia 30 de julho, das 13h às 19h, na Praça Dom Orione, no bairro do Bixiga, em São Paulo. A celebração, aberta e gratuita terá atrações como música, dança, gastronomia, artes visuais, jogo, moda, artesanato, além de um debate sobre Refúgio e Diversidade Cultural, tatuagem síria de hena e caligrafia árabe. O evento celebra 1 ano do projeto Abraço Cultural www.abracocultural.com.br e será realizada em parceria com o Espaço 13.

Oficina promove a construção de tambores

Tambores

O projeto Tambores Flow, que promove meditações com o uso da música, vai realizar no domingo, dia 13 de março, uma oficina de construção de tambores xamânicos com a participação da meditadora Monica Jurado e do construtor de tambores Flavio Jun Uchikawa. A oficina custará R$ 250 e ocorrerá das 9h às 17h no Espaço Tambor, na Rua Conselheiro Pereira Pinto, 68, em Pinheiros, São Paulo. Segundo Uchikawa, os tambores serão feitos de madeira compensada com pele de caprinos ou uma manta plástica e terão 40 centímetros de diâmetro. Os aros dos tambores serão levados já fabricados, para facilitar o processo de construção. Ele começou a fabricar tambores em 2006, por uma motivação religiosa, aprendendo por conta própria. Em 1986, acordava no meio da noite assustado com o som de tambores e, com o tempo, aproximou-se de religiões como a umbanda e o Santo Daime, que utilizam o instrumento.

Lê Coelho apresenta “Tuvalu” no Sesc Vila Mariana

Lê Coelho

Integrante da Banda de Argila e do grupo os Urubus Malandros, Lê Coelho, que já gravou com artistas como Zeca Baleiro e Vânia Bastos, apresenta seu primeiro CD solo “TUVALU – uma história oral do nosso tempo” – destaque entre os lançamentos do ano de 2015 pela crítica especializada. Neste show, além das canções do disco, o púbico ouvirá em primeira mão canções inéditas do compositor, releituras do repertório da ‘Banda de Argila’ e dos ‘Urubus Malandros’, sua interpretação para a música ‘Gota por Gota’ gravada recentemente pelo cantor ‘Lineker’ e para o single ‘Equivocado’ que gravou com a banda ‘Meia Dúzia de 3 ou 4’. O título do disco faz referência a um país real que, devido ao impacto ambiental causado pelo homem no planeta deve sumir do mapa nos próximos anos e, também, ao livro do jornalista Joseph Mitchell que fala sobre o intrigante personagem Joe Gould, um mendigo da Nova York dos anos 40 que tinha como objetivo escrever “A História Oral do Nosso Tempo”.

Último “meditashow” do ano refletirá sobre como semear um novo ciclo

Tambor e Rosa Foto de Fernando Almeida

O grupo Meditação com Tambores realizará na sexta-feira, 11/12, às 20h30, o último “meditashow” de 2015. O evento, que ocorrerá na Casa Jaya, em Pinheiros, terá como tema principal a celebração do ano que está terminando e uma reflexão sobre como semear um novo ciclo, que se iniciará em janeiro. Criado há dois anos, o grupo é formado pela meditadora Monica Jurado, a psicanalista Patrícia Alcântara e a cantadeira de histórias Cristiane Velasco, que encontraram no som dos tambores um importante veículo para estimular a meditação e o autoconhecimento. Participarão do evento a musicista Mariana Pilatos Corado (violino e rabeca) e Roger Marzochi (sax). O grupo também convida os participantes a levarem seus tambores.

Músico integra Expedição Rio Doce Vivo  

Zeolina

O contrabaixista e compositor Vinícius Pereira sempre esteve ligado a importantes movimentos culturais, tendo liderado o Movimento Elefantes, que busca formar público para a música instrumental e atuando como músico de bandas que fazem desde uma homenagem ao maestro Moacir Santos, passando pelo tango até a música oriental. Compositor de “Gotita”, uma das músicas mais expressivas e mais bonitas da atual cena da música instrumental brasileira, segundo avaliação do próprio blog entresons, Pereira será uma das sete pessoas, entre outros artistas, educadores e engenheiros, que percorrerão quatro cidades entre Minas Gerais e o Espírito Santo de 13 a 20 novembro, levando informações sobre coleta e tratamento da água da chuva para suprir as comunidades de meios para superar a crise provada pela tragédia do rompimento da barragem de rejeitos da mineradora Samarco.

Independente de luz no fim do túnel

Eduardo Kobra Tahiti Maio 2015

Estados Unidos, Moscou, Itália, Emirados Árabes, Taiti, Suécia, Polônia, Japão. Eduardo Kobra jamais imaginaria no fim da década de 1980 que os desenhos que pichava nos muros de São Paulo, que lhe renderam várias prisões, chegariam um dia tão longe. Com a evolução de sua técnica e o reconhecimento de sua arte, Kobra é hoje um cidadão do mundo. Mas, quando começou, era apenas um garoto pobre do bairro Campo Limpo visto como vândalo que emporcalhava a cidade. Após tantas realizações, ele revela que o seu maior sonho agora é se “aproximar mais de Deus” e valorizar as pessoas que sempre estiveram com ele em todas as suas fases: “quem pegou ônibus na periferia de SP, e sempre esteve comigo, merece estar comigo em todos os lugares onde cheguei”, diz Kobra. Essa busca por Deus se intensificou nos últimos dois anos.

Som na Rural chega a São Paulo com shows gratuitos

Rural

O projeto cultural pernambucano Som na Rural, promovido por Roger de Renor, ganha as ruas de São Paulo entre os dias 7 a 21 de junho, com shows no Capão Redondo, Largo do Paissandu, Praça da República, Minhocão e Diadema. Com a finalidade de valorizar o espaço público, as apresentações são gratuitas e realizadas na rua, usando como palco e cenário uma Rural Willys 1969, do produtor Niltinho Pereira, um dos idealizadores do projeto, patrocinado pelo Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura PE). Entre os artistas que se apresentarão na Rural estarão Karina Bhur, Grupo Bongar, Trummer SSA, Zé Brown, entre outros. O Som na Rural já passou por Brasília, no final de abril.

Meditação para crianças no Dia Mundial do Brincar

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A Meditação com Tambores celebra o Dia Mundial do Brincar, neste domingo, dia 31 de maio, com uma programação especial para as crianças. A educadora Cristiane Velasco contará a história “A Véia da Gudéia”, acompanhada pela rabeca de Mariana Corado e pelos tambores de Mônica Jurado e Patrícia Alcântara. O conto foi criado em 2001 por Cristiane Velasco e seus alunos no espaço de educação infantil Casa Redonda Centro de Estudos, a partir do pesadelo de uma criança de 5 anos. A história narra as aventuras de uma bruxa brasileira, reunindo cantigas e danças tradicionais. O nome da personagem foi “emprestado” de uma lenda da Pedra do Baú (São Bento do Sapucaí/SP). O evento é direcionado a adultos e crianças, que poderão brincar de meditar. “Ouvir histórias é uma forma ancestral de meditar e de autoconhecimento”, explica Mônica Jurado.

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